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08/06/2018 às 14h34
SCFV de Assunção do Piauí atende idosos e jovens no âmbito da Política Social

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do município atende 200 jovens e cerca de 40 idosos matriculados que participam de atividades , culturais (capoeira) , de lazer e esportivas, dança , coral, gincanas, palestras entre outras.

Da Redação

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do município de Assunção do Piauí, programa ligado ao Centro de Referência da Assistência Social (CRAS), vem desenvolvendo importantes atividades no âmbito da política social, como Capoeira (capoterapia e outros da modalidade), Danças , Coral , Gincana , Palestras etc.

De acordo com o coordenador do programa, Rafael Vycttor, o SCFV local tem 35 idosos matriculados e 200 jovens, atendendo conforme manda o MDS: a atenção principal aos participantes que, de qualquer forma, sofreram violência, vítimas de trabalho infantil, jovens e crianças fora da escola, jovens que cumprem medidas socioeducativas, idosos sem amparo da família e da comunidade ou sem acesso a serviços sociais, além de outras pessoas com vulnerabilidade social.

 O SCFV possui um caráter preventivo, pautado na defesa e afirmação de direitos e no desenvolvimento de capacidades dos usuários.

DESCRIÇÃO GERAL

São executados para complementação do trabalho social com famílias e prevenção de situações de risco social. O SCFV é um serviço realizado em grupos, de acordo com o ciclo de vida, com o objetivo de:

  • Assegurar espaços de convívio familiar e comunitário e o desenvolvimento de relações de afetividade e sociabilidade;
  • Valorizar a cultura das famílias e comunidades locais, resgatar suas raízes e promover vivências lúdicas por meio de oficinas que envolvem atividades de artes, esporte, lazer, meio ambiente e informática (de acordo com os recursos da unidade e os interesses da comunidade);
  • Desenvolver o sentimento de pertencimento e de identidade;
  • Promover a socialização e a convivência;
  • Obs: Busca estimular e orientar os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências, individuais e coletivas, na família e no território.
  • Podem ser executados pelas unidades da SEDHS ou por entidades conveniadas.

 

Fotos:Valter Lima

 

P U B L I C I D A D E


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