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31/10/2017 às 09h31
Delegado confirma morte de estudante de Direito que estava desaparecida em Teresina/PI

O delegado ainda não repassou detalhes sobre como ocorreu o homicídio, a motivação e onde está o corpo da adolescente.

cidadeverde

 A morte da universitária Camilla Abreu, 21 anos, foi confirmada pelo coordenador da Delegacia de Homicídios. Sem revelar detalhes, Francisco Costa, o Baretta, diz que a jovem foi vítima de um fato criminoso. O corpo da estudante ainda não foi encontrado.

"O autor cometeu pelo menos dois crimes: assassinato e ocultação de cadáver. O crime está 99,9% elucidado. Só falta agora a conclusão do inquérito. Criamos uma linha do tempo e fomos 'fechando cada janela' para que o criminoso fosse identificado. Ele (suspeito) pode até criar um álibi, mas será totalmente rechaçado na investigação criminal que foi bem presidida pelo delegado Emerson Almeida ", disse o Baretta.

O delegado ainda não repassou detalhes sobre como ocorreu o homicídio, a motivação e onde está o corpo da adolescente. "Já temos uma noção de onde o corpo possa estar", reitera.

Equipes da Delegacia de Homicídios estão em diligência para coletar os últimos indícios do crime. A Polícia Civil deve representar pela prisão do autor (es) do assassinato nas próximas horas.

Camila Abreu desapareceu na última quarta-feira (25) após sair da faculdade com o namorado, identificado como o policial militar, Alisson Wattson. Para a família da jovem, o PM declarou que teria deixado a namorada na porta de casa. Contudo, a família afirmou que ela nunca chegou à residência.

PM foi ouvido pela Corregedoria

O coronel John Feitosa, Relações Públicas da PM, confirmou que o capitão Allisson Wattson, foi ouvido pela Corregedoria da Polícia Militar. 

"A Polícia Militar está acompanhando todo o processo da Polícia Civil e a corporação não pode agir no arrepio da lei, de forma precipitada", disse o Relações Públicas. declarou o Relações Públicas. 

O comandante-geral da Polícia Militar do Piauí, coronel Carlos Augusto, acrescenta que o PM irá responder na Justiça Comum e a processo disciplinar. Segundo o comandante, em 60 dias, se tudo for comprovado, ele poderá perder a farda. Mesmo se tratando de um militar, o comandante ressalta que não haverá corporativismo. 

"Garanto que não haverá corporativismo. É um caso gravissímo. Vamos apliicar o Código de Processo Militar e o que determina a lei será feito", frisa o comandante da PM-PI.

P U B L I C I D A D E


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