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Prefeitos se mobilizam para chamar a atenção acerca dos efeitos da crise

Gestores se organizam para fechar as portas, simbolicamente, das prefeituras nesta quinta-feira, 26 de outubro.

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 Divulgação

 Diante da insuficiência de recursos, gestores municipais de todo o país se mobilizam para chamar a atenção acerca dos efeitos da crise. Audiências com a bancada parlamentar, reuniões com a Confederação Nacional de Municípios (CNM) e paralisações simbólicas são algumas das medidas.
Na Bahia, o movimento é liderado pela União dos Municípios da Bahia (UPB). Como forma de protesto, os gestores municipais do Estado se organizam para fechar as portas das prefeituras nesta quinta-feira, 26 de outubro. Segundo a entidade, os serviços essenciais serão mantidos, de modo que não haja prejuízos para a comunidade.

Assim como os prefeitos baianos, outros gestores reivindicam melhores condições financeiras aos Municípios. No Piauí, houve uma reunião entre os representantes da Associação Piauiense de Municípios (APPM) e deputados para apresentação da pauta municipalista, que inclui um auxílio emergencial no valor de R$ 4 bilhões, a ser partilhado com todas as cidades brasileiras.

Esse apoio também foi solicitado pelos gestores do Rio Grande do Norte, por meio da Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte (Femurn), que articularam um encontro com a bancada federal. A iniciativa chegou até Pernambuco, onde prefeitos e a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) cobraram comprometimento dos parlamentares com a pauta prioritária.

Os prefeitos sergipanos, por sua vez, somaram forças em Brasília durante uma reunião da bancada que discutia a destinação de duas emendas. O pleito era conseguir que uma delas, específica para a saúde, fosse compartilhada com os Municípios sergipanos e, assim, trazer certo alívio aos cofres locais. A Federação dos Municípios do Estado de Sergipe (Fames) esteve presente na audiência.

A luta por mais recursos também ficou evidente durante a reunião entre representantes da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) com a sua respectiva bancada parlamentar. Em Tocantins, os prefeitos buscaram o apoio do senador Vicentinho Alves (PR-TO) pela aprovação das matérias urgentes em tramitação na Casa, que poderia acudir os Municípios.

Movimento unido

A Confederação iniciou uma campanha nacional onde chama a atenção para o colapso que poderá ocorrer, caso os Municípios continuem sem recursos. O slogan “a saída da crise depende da nossa união” vem justamente para reforçar a necessidade de os gestores municipais seguirem o mesmo caminho, lutando pela aprovação da pauta prioritária.

Um banner, disponibilizado no topo do site da CNM, apresenta um resumo das reivindicações mais urgentes.

P U B L I C I D A D E 

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