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11/07/2018 às 18h54
Estudante morre por descarga elétrica ao carregar celular no PI

O adolescente é filho de um sargento do Batalhão do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial).

cidadeverde

Um estudante morreu na tarde de ontem (10) ao sofrer descarga elétrica quando carregava a bateria de um celular. O adolescente estava em sua residência no bairro Dirceu Arcoverde II, zona Sudeste de Teresina.

João Lucas Campelo de Sousa Peres, a vítima de 15 anos, chegou a ser socorrido e levado para o hospital do bairro. O estudante não resistiu ao choque e morreu. O corpo foi levado para o IML.

O adolescente é filho de um sargento do Batalhão do Rone (Rondas Ostensivas de Natureza Especial). 

Na manhã de hoje, familiares e amigos velam o corpo do adolescente João Lucas. O velório acontece no salão paroquial Diácono Nilson Santos da Igreja Imaculada Conceição de Maria, no bairro Tancredo Neves.

Familiares preferiram não gravar entrevista neste momento, também não informaram onde será o sepultamento do jovem, que deverá ocorrer na tarde de hoje. Muitos ainda não sabem como tudo aconteceu.

O Cidadeverde.com recebeu a informação de que o adolescente sofreu a descarga elétrica ao colocar uma tomada no receptor. O eletrônico seria um carregador de celular que não pertenceria a ele, mas não há confirmação se ele estava usando ou não o aparelho.

Amigos da escola também estão presentes no local. A comoção e o choro tomam de conta desse momento de dor.

João Lucas estudava na Fundação Bradesco e estava em casa de férias. Alguns amigos vieram com a farda da escola para prestar uma homenagem. Eles estavam no 1° ano do Ensino Médio. O grupo já estava juntos há quase dez anos na mesma escola.

“Ele era uma pessoa maravilhosa, ele era doce e não fazia mal a ninguém. Ele gostava de ajudar os outros e se importava com os amigos”, disse a amiga Laysa Lima.

Os amigos de farda do pai do adolescente prestaram solidariedade à família. O comandante da Rone, capitão Geovanei Mota, relatou que a família está “anestesiada” diante dessa fatalidade. 

“Nós da Rone somos como uma família e viemos neste momento dar apoio e esse abraço no nosso companheiro. Ele já possui uns dez anos de trabalho somente na Rone. Um bom profissional. Se não me engano, esse é o filho mais velho dele. É uma dor grande para a família”.

P U B L I C I D A D E


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